Categoria: Impotência

O vício em sexo

Desculpa doença estúpida ou real?

Sem qualquer desejo de interferir na vida privada das pessoas públicas que puderam expor os escândalos da “dependência sexual” em plena luz do dia, sem querer entrar em considerações de ética, política ou mesmo religião, ou para comentar sobre seu comportamento ou para diagnosticar suas dificuldades, esses fatos em torno do que parece ser um “vício em sexo” tornaram possível destacar para o público em geral o fato de que o erotismo e a sexualidade podem se tornar alguns gostam do abuso do álcool ou de qualquer outra substância psicoativa para os outros, um vício de consequências igualmente graves.

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A pequena quantidade de estudos científicos sobre este assunto significa que ele ainda não entrou nas classificações psiquiátricas internacionais e que é aconselhável permanecer medido e cauteloso nas afirmações. E se o psiquiatra não tem que se pronunciar sobre práticas que não são proibidas por lei, nem para definir limiares de “normalidade” quanto à freqüência de relações sexuais, é para expressar-se sobre este fenômeno como um vício, ou seja, como um distúrbio que pode levar ao comprometimento comportamental e / ou sofrimento significativo e que, pelo menos parcialmente, atende aos critérios para doenças aditivas .

Quais são os critérios para definir um vício em sexo?

Definir um começo para esta doença não é fácil. Não há limite claro e definido. Para a atividade sexual, ninguém, também, fará a pergunta de quantas vezes é permitido fazer sexo com seu parceiro ou se masturbar. Como regra geral, o ser humano e seu organismo são feitos de tal maneira que, no máximo, após três ou quatro relatórios por dia, o interesse, a motivação e o tempo não estão mais presentes.

No entanto, quando a frequência da relação sexual e as necessidades se tornam excessivas, crescentes e descontroladas, podemos começar a falar sobre o vício em sexo. Pessoas que têm um vício em sexo não podem parar. Eles não apenas pensam nisso o tempo todo, mas sentem-se cada vez mais obrigados a fazê-lo o tempo todo. Essa necessidade de consumo obsessivo ocupa um tempo considerável e muitas outras atividades da vida são negligenciadas e tornam-se secundárias por causa disso.. O primeiro ou o único – porque há homens e mulheres que estão preocupados com uma razão sexual de 30 para 1 (então 30 homens para uma mulher preocupada) – que é afetado pelo vício do sexo negligenciará sua amigos, família, hobbies e trabalho para caçar novos parceiros sexuais, transformando a vida em escapadas sexuais perpétuas. A perda de controle e o desejo irresistível e obsessivo de agir são palavras-chave como para todos os vícios .

Existem também três principais sintomas clínicos do vício em sexo. A primeira é a masturbação compulsiva . Em 70% dos envolvidos, é responsável pela maior parte da atividade sexual. O objetivo não é o contato entre o parceiro, mas o componente autoerótico. O segundo sintoma é a mudança implacável de parceiros sexuais (antes também falamos da síndrome de Don Juan). O terceiro sinal clínico é o uso indevido da pornografia .Aqui novamente cerca de 70% das pessoas afetadas pelo vício em sexo estão preocupadas. No momento, também estamos testemunhando o cibersexo ou fenômenos online sexo. A encenação de atos sexuais acompanhou a humanidade desde pelo menos a antiguidade e isto provavelmente para causar alguma estimulação. Mas nunca foi tão fácil ver todas as formas e possibilidades de atividades sexuais como hoje. Os sites pornográficos são os sites mais visitados na Internet e deve-se notar que cerca de 80% dos consumidores de pornografia não têm problemas com o “consumo”. Eles usam pornografia como televisão de uma maneira banal e desinibida. A visita desses sites será muito mais problemática ou muito claramente difícil para outras pessoas.Outra peculiaridade desta patologia é que as pessoas que sofrem de vício em sexo não experimentam satisfação real.

Como entender o vício em sexo?

Existem diferentes maneiras de entender essa questão. Um deles é vê-lo como um vício. E, de fato, se tomarmos a definição de “dependência” como uma desordem caracterizada pela repetida impossibilidade de controlar o comportamento apesar de suas conseqüências negativas (físicas, psicológicas, familiares, profissionais, sociais e outras) . Não se pode negar que a dependência sexual cumpre os critérios descritos e que a maioria dos sinais e sintomas são consistentes.

Mas também existem diferenças. No momento não há descrição de uma síndrome de síndrome de abstinência e também a síndrome da tolerância é menos marcada do que em outras dependências.

Outra abordagem é entender o vício do sexo como um transtorno compulsivo, como compras compulsivas, por exemplo.

Um terceiro modo de entender o vício seria vê-lo como uma desordem do impulso.

Esta é provavelmente uma mistura de diferentes aspectos com um aspecto aditivo predominante.

Atenção Homem frágil!

Quando um homem vai mal, é sua sexualidade que sofre: seu ponto fraco na realidade. Continuando sua investigação da identidade masculina e da sexualidade, o professor Pierre Costa revela a verdadeira natureza do homem: frágil, inevitavelmente. Ele dá as razões e as pistas para um final feliz.

Ainda ontem, quando um homem encontrou um problema sexual, ele conduziu sua investigação “fora dos muros” e procurou uma causa externa à sua desordem. Prova disso é que os códigos mudaram, que a revolução está bem encaminhada, o macho interioriza e está prestes a aceitar a ideia de que pode vir dele. Este herói corajoso, capaz de liderar muitas batalhas, de inventar uma tecnologia única e de perturbar a face do mundo, é considerado frágil. Sua masculinidade, símbolo de poder, também é seu ponto fraco.

Ereção e seus freios

“O comando da ereção não é voluntário, mas reflexivo” apoia o professor Pierre Costa. Um detalhe que não é um, fonte de muitos mal entendidos. Claramente, isso significa que o homem não pode ter uma ereção, simplesmente porque ele decide. Toma um ponto de partida: o desejo, claro. E não se esqueça de levar em conta um elemento fundamental na grande dança sexual: o centro nervoso ortossimpático localizado na medula espinhal, que funciona permanentemente.

Sua missão? É um freio, um centro de ereção extremamente poderoso e inibidor a serviço da preservação da espécie. Seu papel é evitar uma ereção na hora errada, para o benefício da caça, voo ou combate. A natureza é bem feita, protege-nos mesmo durante o coito. Mesmo hoje, se você ouvir um intervalo de gelo na casa, em plena agitação, há uma boa chance de que Mister perca sua ereção para mobilizar sua energia para proteger Madame.

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Cuidado com o círculo vicioso do colapso sexual!

O corpo não diferencia entre um perigo real, um estresse ou um pensamento negativo … Esses diferentes fatores impactam o centro ortostimpático e acionam o freio. Com a chave, os “colapsos sexuais” que conhecemos. E é aí que a armadilha se fecha no homem moderno. Cansado por um dia de “trabalho” em que o contexto econômico exerce forte pressão, desorientado pelas mulheres às vezes (frequentemente) vingativas, sua auto-estima está a meio mastro, sua ansiedade aumentando e seu freio sexual “muito” ativo. É assim desde o começo dos tempos!

Assim que o macho se sente em perigo, real ou fictício, sua ereção diminui, ainda mais, quando não está ausente. As conseqüências são muitas vezes inevitáveis! O homem está preocupado, nada nas águas turbulentas do mal-entendido e da incerteza. Em vez de relaxar, ele se observa e se coloca sob controle. Uma atitude que contribui para manter o sistema ativo ortostimpático e, portanto, o freio! Monsieur fica ainda mais perturbado com o desejo dele, mas não com as manifestações. Um mal-entendido que alimenta a espiral virtuosa de crenças como “não funciona mais”! E é verdade.

Sexualidade do homem: as fragilidades são adicionadas

Nos homens, a boa sexualidade depende do sentimento de poder, os dois estão intimamente ligados. Assim que ele se sente vulnerável, é sua sexualidade que sofre. Um sentimento de vulnerabilidade em ascensão em nossa sociedade em crise, onde o olhar sobre o trabalho mudou, onde as mulheres parecem assumir o controle.

O problema? Um homem enfraquecido se dobra em vez de compartilhar. Um comportamento mal vivido por seu companheiro, que em vez de apoiá-lo, o atormenta. Resultado: torna-se irritável, oscilando entre raiva, agressão, fuga ou ausência. Isso não contribui para melhorar o seu brasão de armas, nem para aumentar sua ereção.

Do estresse ao reconhecimento do transtorno

“Apenas 30% dos homens que encontram dificuldades consultam”, afirma o professor Costa. Mas recorrer a si mesmo e concentrar-se na grande ausência, ou seja, a ereção, não constitui uma avenida de resolução. “Entender que não se controla a ereção e aceitá-la já permite relativizar” continua. A possibilidade de falha é então possível, sem o fim do mundo.

Quanto mais o homem aceita essa fragilidade sem ser negativo, menos pressão ele coloca sobre si mesmo. Eles ainda são numerosos nas consultas para viver esses “colapsos” com um sentimento de vergonha e rejeição. Ao deixar de adorar a performance em prol da qualidade do relacionamento, o homem pode parar de se concentrar em sua ereção e, especialmente, colocar sua vulnerabilidade a serviço de seu casal.

Diante do colapso sexual, o parceiro tem um papel a desempenhar

Na maioria das vezes, as mulheres ficam chocadas com o impacto de uma ereção “ruim” em um homem. E muito desajeitado. Uma vez que eles entendam melhor o que está jogando para eles, eles podem participar de uma melhor gestão da situação. Em vez de construir muitas suposições, em torno da suposta falta de desejo de seu homem por ela (sua explicação favorita para o colapso sexual), um companheiro de amor pode tranquilizá-lo. “Ou melhor, ainda admiro isso”, sugere o professor. Quanto mais um homem se sente valorizado, mais ele vai voltar ao “poder” e sua sexualidade com. Para concluir, o professor Costa envia uma mensagem para as mulheres. “Há sempre em um homem, a possibilidade de” perder “sua ereção, inclusive quando seu desejo não é embotado. Que muitas vezes coloca em grande dificuldade. Neste caso, ele não precisa de uma mulher que implante sua panóplia de bomba sexual, para um retorno às brincadeiras “quentes”, mas sim para ser tranquilizado, isto é, valorizado. nós dissemos!

Idade e ejaculação precoce

Há uma tendência a pensar que as disfunções sexuais, como a ejaculação precoce ou a disfunção erétil,aparecem com a idade. É verdade que comer de forma saudável, evitar o álcool, praticar esportes ou até mesmo trabalhar o músculo do PC regularmente, limita o risco de sofrer distúrbios sexuais. No entanto, esta disfunção sexual  é um distúrbio muito comum em jovens.

Por que os jovens são tão afetados pelo distúrbio da ejaculação?

O fenômeno da ejaculação precoce afeta frequentemente os jovens no início da sua vida sexual. Esta é a ejaculação precoce do tipo primário . 

Falta de controle sobre a ejaculação e nível de excitação sexual

Sem experiência, não é fácil ser capaz de controlar as ejaculações . Com a prática, os jovens aprendem a reconhecer as sensações que precedem a chegada da ejaculação e a retardá-la. É bastante comum ver a disfunção desaparecer de si mesma ao longo do tempo. Caso contrário, exercícios de reeducação sexual são necessários.

Masturbação crônica como causa da ejaculação precoce

Masturbar-se por alívio é uma prática muito comum entre os jovens. O objetivo não é prolongar a prática, mas sim aliviar rapidamente esse forte desejo sexual. O corpo registra esse rápido reflexo ejaculatório e o repete durante o ato sexual.

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Quanto mais velhos somos, maior a probabilidade de sofrermos de disfunção sexual?

Esta teoria também está certa, mas não deve ser uma regra geral. É verdade que um corpo jovem tem mais facilidades para obter uma ereção. Nos jovens, a ereção é quase um reflexo . A menor estimulação, como a visão de uma clivagem ou um filme erótico, pode causar desejo sexual e, portanto, ereção.

O relaxamento do músculo PC causando distúrbios da ejaculação

Como qualquer músculo do corpo, o músculo PC   tende a relaxar naturalmente com o tempo, se não for exercitado regularmente. As contrações deste músculo diariamente permitem um melhor controle da ejaculação , ereções mais fortes e orgasmos mais intensos. 

Andropausa, causa de ejaculação precoce

Equivalente a menopausa em mulheres, andropausa nos homens aparece em torno dos anos cinquenta e causar um declínio na secreção de hormônios que podem causar problemas com ejaculação precoce e problemas para obter ou manter ereções. DHEA e viagra são muito populares em idosos para impulsionar a produção de hormônios sexuais.

Nosso conselho contra a ejaculação precoce causado pela idade

Os homens de hoje estão se preocupando cada vez mais. Cuidar da aparência física é importante, mas não se deve negligenciar a musculação dos músculos pélvicos. 

Trabalhe regularmente seu músculo PC

Trabalhar o músculo do seu pc regularmente é simples e essencial para o bom funcionamento do sexo. 
Praticar contrações e relaxamento do músculo PC diariamente assegura desempenho sexual aprimorado e reduz o risco de sofrer disfunção sexual. Para identificar este músculo, simplesmente segure e relaxe o fluxo de urina. O músculo que permite que você e você contrato é o famoso músculo PC. 

Monitore sua dieta

Comer gordura ou muito açúcar interrompe a boa circulação do sangue nas artérias que se deterioram por causa desses alimentos. Comer bem reduz o risco de disfunção sexual. É o mesmo para o excesso de álcool ou drogas. 

Não há necessidade de fogos de artifício para curar seus problemas de ejaculação precoce ou disfunção erétil. Comer saudável, praticar esportes e trabalhar o músculo do seu pc evitará muitos problemas sexuais no futuro. 

Sete tratamentos para disfunção erétil

Sete tratamentos para disfunção erétil

Sete tratamentos para disfunção erétil que melhoram sua vida sexual
Problema atinge quase metade da população masculina com idades entre 40 e 80 anos

Pouco se fala sobre a disfunção erétil, mas, recentemente, o assunto ganhou destaque graças à divulgação de um procedimento cirúrgico peniano pouco conhecido ao qual o jornalista esportivo Jorge Kajuru se submeteu. Nos mais jovens, a principal causa da impotência costuma ser a ansiedade, enquanto doenças crônicas como diabetes, colesterol descontrolado, hipertensão, obesidade, sedentarismo e tabagismo estão relacionados a episódios de impotência nos homens com mais idade. “A disfunção erétil atinge quase 50% dos brasileiros com idades entre 40 e 80 anos”, afirma o urologista Geraldo de Faria, diretor do Departamento de Sexualidade Humana da Sociedade Brasileira de Urologia (SBU).

Diante da alta incidência do problema, entretanto, a busca por ajuda médica ainda é bastante tímida. Constrangidos com a situação, homens esperam de três a cinco anos para agendar uma consulta com um especialista, de acordo com o urologista. Segundo ele, esperar é perder tempo. “A medicina avançou muito nesta área, sendo possível afirmar que, hoje em dia, só tem disfunção erétil quem quer”, afirma. A seguir, listamos sete tratamentos para a impotência.

Medicamentos orais

Medicamento de disfunção erétil –
Medicamentos orais são sempre a primeira opção de tratamento da disfunção erétil, desde que o paciente não apresente lesões nas artérias do pênis ou alguma contraindicação quanto às substâncias presentes nas fórmulas. “Eles melhoram o fluxo sanguíneo para o pênis, o que favorece a ereção”, afirma o urologista Conrado Alvarenga, do Grupo de Disfunção Sexual do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP. Eles devem ser ingeridos com estômago não muito cheio, por volta de uma a duas horas antes da relação sexual e variam quanto ao tempo de ação e potência máxima.

Medicamentos de ação prolongada, por exemplo, podem agir por até 36 horas. Isso não significa que o homem terá uma ereção de 36 horas, mas que durante esse período ele conseguirá ter ereções se for estimulado sexualmente. A obrigação de tomar o remédio antes de ter a relação, entretanto, incomoda alguns homens por atrapalhar a espontaneidade do momento. Nestes casos, o profissional pode receitar uma dosagem diária do medicamento, como se fosse um tratamento contínuo. Os principais efeitos colaterais são dor de cabeça, rubor, sensação de nariz entupido e taquicardia. Ao sinal desses ou de quaisquer outros sintomas, o médico deverá ser informado.

Injeção intra-cavernosa

Seringa – Foto Getty Images
Se os medicamentos via oral não surtirem efeito ou forem contraindicados, o especialista partirá para a segunda opção de tratamento: injeção intra-cavernosa. A vantagem do método é o fato de o medicamento agir cerca de quinze minutos depois da aplicação. Além disso, neste caso não é necessário qualquer estímulo para que o homem tenha a ereção. “A substância injetada estimula a circulação e promove a dilatação das artérias no local, o que aumenta o fluxo sanguíneo no pênis levando à ereção”, afirma o urologista Geraldo. O tempo de duração da ereção varia de acordo com a dose injetada, o que é estabelecido na consulta com o médico.

Embora eficaz, o tratamento nem sempre é bem aceito pelos pacientes. “Algumas pessoas têm pavor de agulha”, afirma o urologista Geraldo. “Imagine, então, se ela precisar ser introduzida no pênis”. O especialista ressalta ainda que indivíduos com dificuldade de visualizar o pênis ou doenças que gerem tremores nas mãos devem solicitar auxílio do parceiro para a aplicação. Os efeitos colaterais da injeção intra-cavernosa se restringem a alergias a alguma das substâncias presentes no medicamento.

Prótese peniana maleável

Médicos fazendo cirurgia – Foto Getty Images
Próteses penianas são intervenções cirúrgicas e, portanto, tratamentos mais complexos do que a ingestão de medicamentos ou injeções. Assim, eles ocupam o terceiro lugar na escala de opções para o paciente com disfunção erétil. O tipo maleável é o mais simples e mais em conta (cerca de três mil reais). “O médico introduz uma haste metálica envolvida em silicone no pênis do paciente, o que faz com que ele fique rijo o suficiente para a penetração 100% do tempo”, explica o urologista Geraldo. Na hora da relação, basta elevar o pênis.

A cirurgia de prótese peniana maleável dura cerca de uma hora e ele já pode sair do hospital 24 horas após a intervenção com um curativo compressor para evitar hematomas e para manter o pênis para baixo, facilitando a ida ao banheiro, por exemplo. Nos dias que se seguem, há um incômodo natural da cirurgia, mas nenhuma dor aguda.

A vida sexual, por sua vez, pode ser retomada 30 dias depois da alta. Vale reforçar que esta é uma ereção completamente artificial. Mas, segundo o urologista, costuma proporcionar maior satisfação ao paciente do que os medicamentos ou a injeção. O único cuidado do homem é na hora de “acomodar” o pênis. Já que ele está ereto o tempo inteiro, ele pode precisar de cuecas especiais para disfarçar o volume.

Prótese peniana inflável

Homem no consultório médico – Foto Getty Images
Diferente da prótese peniana maleável, a prótese inflável permite que o pênis volte ao estado de flacidez após o ato sexual. O método inclui a introdução de cilindros infláveis no pênis conectados a uma bombinha com líquido, que simularia o sangue, implantada na região escrotal, como se fosse um terceiro testículo. Para promover a ereção, basta acionar a bombinha que drenará esse líquido para o cilindro. Após a relação, o pênis deve ser levemente pressionado para baixo para que o líquido volte para a bombinha e ele fique novamente flácido.

A cirurgia dura cerca de duas horas e o paciente precisa ficar hospitalizado durante um dia, aproximadamente. Assim como na prótese maleável, atividade sexual pode ser retomada cerca de 30 dias depois do procedimento e nenhuma atividade do dia a dia é prejudicada. Dos dois tipos, este é o que consegue deixar o pênis mais ereto. As vantagens, entretanto, têm seu custo. Segundo o urologista Conrado, a prótese custa em torno de 40 mil reais.

Terapia

Homem fazendo terapia – Foto Getty Images
“Em muitos casos, a disfunção erétil têm como origem fatores psicológicos”, afirma o urologista Conrado. Para esses pacientes, nenhum dos tratamentos anteriores é indicado. O melhor é consultar um terapeuta com formação em sexologia que poderá ajudar a acabar com esse bloqueio. O problema pode começar num dia qualquer em que, por causa da ansiedade, o homem não conseguiu ter a ereção. Se não controlar o medo de sofrer impotência nas próximas oportunidades, a cobrança se torna cada vez maior, o que atrapalha ainda mais seu desempenho.

Segundo o urologista Geraldo, é comum que homens com disfunção erétil peçam indicação de um medicamento para um colega em vez de consultar um especialista. Isso pode não só mascarar o problema, como ainda trazer sérios problemas de saúde, caso ele não tenha o perfil adequado para aquele medicamento.

Revascularização

Médicos fazendo cirurgia – Foto Getty Images
A revascularização é um procedimento indicado para um público com disfunção erétil bastante restrito. “Ela é feita quando o paciente tem problemas nas artérias que irrigam o pênis”, explica o urologista Geraldo. O caso, entretanto, deve ser muito bem avaliado. Fazer uma ponte de safena no coração, por exemplo, é fundamental já que o órgão funciona 24 horas por dia. O pênis, por sua vez, passa a maior parte do tempo inativo. Melhorar sua vascularização, portanto, pode levar à obstrução de veias, já que o fluxo sanguíneo diminui muito quando ele está flácido.

Leia também: o que é Aumento peniano

Bomba de vácuo

Homem olhando dentro da calça – Foto Getty Images
De acordo com o urologista Conrado, as bombas de vácuo ficaram esquecidas como parte do arsenal de tratamentos da disfunção erétil, mas vem novamente ganhando força entre pacientes operados por câncer de próstata, funcionando como auxiliares na reabilitação peniana. Hoje, elas são vendidas apenas em sex shops, já que aumentam o volume do pênis. Ele consiste em um cilindro dentro do qual o pênis é introduzido. “Por meio de um sistema de sucção, então, o ar é retirado do cilindro, diminuindo a pressão interna”, afirma. Essa pressão negativa favorece o fluxo de sangue para dentro do pênis, o que favorece a ereção.

A bomba de vácuo é usada no meio médico apenas em pacientes que precisaram remover a prótese peniana por infecções ou rejeição. Durante o período que eles precisarão esperar para fazer outra intervenção, a bomba pode ser útil impedindo que as cicatrizes deformem o órgão.

Alguns problemas sexuais masculinos para saber

Disfunção erétil

Também conhecida como impotência e disfunção erétil, a disfunção erétil afeta 1 em cada 3 franceses após os 40 anos de idade, de acordo com o estudo realizado pela European Urology Commission em outubro de 2002. define como a incapacidade de ter ou manter uma ereção adequada para a relação sexual.

Causas da disfunção erétil incluem doenças que afetam o fluxo sanguíneo (como aterosclerose, endurecimento das artérias) , distúrbios nervosos, fatores psicológicos (como estresse, depressão e ansiedade de desempenho sexual) e distúrbios ou lesões do pênis. Doenças crônicas, como a doença de Peyronie (tecido cicatricial no pênis) , também podem levar à disfunção erétil permanente.

Perda de libido

Por sua vez, a perda da libido refere-se à falta de desejo ou interesse pela atividade sexual. Pode resultar de diferentes fatores físicos ou psicológicos. Geralmente associado à falta de testosterona, o declínio na libido afetaria cerca de 15% dos homens, enquanto 3% dos homens poderiam sofrer de uma completa falta de libido.

Segundo muitos estudos científicos, resulta de ansiedade e depressão, patologias como diabetes e hipertensão, além de dificuldades de relacionamento. Algumas drogas, tipo antidepressivo, também podem ser a causa.

Os distúrbios sexuais podem curar?

Muitas vezes sim! O sucesso do tratamento da disfunção sexual depende da causa dos distúrbios. Dito isto, as chances de ser curado são boas para uma disfunção relacionada a uma patologia reversível ou tratável.

Perturbações leves relacionadas a estresse, constrangimento, medo ou ansiedade podem ser tratadas com frequência por meio de educação, aconselhamento e melhor comunicação entre os parceiros.

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Como curar distúrbios da sexualidade masculina?

Ele pode ser remediado tratando os problemas físicos ou psicológicos em sua base, através das seguintes rotas de tratamento:

  • Tratamento medicamentoso: uso de produtos naturais com críticas positivas como Masculino Extra , uso dos ingredientes ativos de Cialis, Levitra ou Viagra para melhorar a função erétil, use Promescent para tratar a ejaculação precoce.
  • Tratamento médico: tratamento de qualquer problema físico que contribua para distúrbios sexuais em humanos.
  • Tratamento hormonal: A deficiência de testosterona pode ser tratada por medicação ou pela reposição de testosterona.
  • Terapia psicológica: Um conselheiro qualificado pode muitas vezes ajudar o sujeito a lidar com sentimentos de ansiedade, medo ou culpa.

Quais são as possíveis causas?

Nos homens, a disfunção sexual pode resultar de um problema físico ou psicológico:

  • Fatores físicos  : muitos distúrbios e patologias podem levar a um problema sexual. Estes podem incluir diabetes, doenças cardíacas e vasculares (vasos sanguíneos), distúrbios neurológicos, desequilíbrios hormonais, doenças crônicas, como insuficiência renal ou hepática, alcoolismo ou abuso de substâncias. drogas. Além disso, os efeitos colaterais de certos medicamentos antidepressivos também podem afetar a função sexual em homens ou mulheres.
  • Os fatores psicológicos incluem estresse e ansiedade relacionados ao trabalho, problemas com o desempenho sexual, problemas conjugais ou de relacionamento, depressão, sentimentos de culpa e as conseqüências do trauma sexual anterior.

Como diagnosticar um distúrbio sexual?

A fim de garantir a veracidade do diagnóstico, o médico provavelmente começará com um histórico completo de sintomas e um exame físico. Ele pode solicitar mais testes para descartar qualquer problema clínico que possa contribuir para a disfunção sexual.

Dependendo das circunstâncias, o médico pode recomendar outros profissionais de saúde, como um urologista (especialista no trato urinário e no sistema reprodutor masculino) ou um sexólogo.

Aumento Peniano – Técnicas Cirúrgicas e Não Cirúrgicas Para Aumentar o Pênis

Aumento Peniano – Técnicas Cirúrgicas e Não Cirúrgicas Para Aumentar o Pênis

Engana-se que acredita não ser possível aumentar o tamanho e a largura do pênis. A medicina traz várias soluções para satisfazer o desejo masculino e a necessidade em casos de micro pênis, cuja medida não ultrapassa a marca de 8 cm. As soluções servem também para homens com pênis pequeno, no qual o comprimento máximo chega a 12 cm.

Órgãos maiores que isso, são considerados dentro da média, mas muitas vezes, por questões de insegurança, os homens desejam aumentá-los através de técnicas de aumento peniano.

COMO FUNCIONA O AUMENTO DO PÊNIS?
As soluções existentes podem ser paliativas e momentaneamente efetivas pelo uso de medicamentos e da bomba peniana a vácuo, e definitivas através de aparelhos de tração e de alguns procedimentos cirúrgicos.

MÉTODOS NATURAIS

Os medicamentos de ereção natural, em pílulas ou cremes aplicados diretamente no pênis por massagem, estimulam o aumento da quantidade de sangue nas cavidades cavernosas. Isso melhora o desempenho sexual e aumenta a largura do órgão genital masculino, em até 5 cm . Os resultados são vistos após um mês do início do tratamento e não causam efeitos colaterais.

BOMBA PENIANA

A bomba peniana a vácuo, manual ou elétrica, aumenta o fluxo sanguíneo dos corpos cavernosos pela diminuição da pressão atmosférica ao redor do pênis. O aumento peniano é relativo à pressão exercida pela bomba. Quanto maior for à pressão, mais sangue é levado ao pênis, e quanto maior a quantidade de sangue, maior é seu crescimento. Mas lembre-se que o efeito não é definitivo.

EXTENSOR PENIANO

Existe também o extensor peniano. Ele é um aparelho onde dois anéis são ajustados ao redor do membro. Esse anéis se prendem na base e na glande, com pontos de fixação separados. Depois de preso, é preciso regular os ajustes para tencionar pênis.

O aumento se dá pelo processo de esticá-lo quando em estado flácido. O aparato gera muita controvérsia no meio científico. Alguns duvidam da sua eficácia, mas estudos experimentais comprovaram o aumento peniano em até 1,7 cm.

Estudos, também demonstram que os resultados só acontecem pela aplicação do dispositivo extensor por 6 a 8 horas diárias, pelo uso contínuo entre 4 a 6 meses. Por outro lado, o extensor é uma ferramenta fisioterápica imprescindível para evitar a retração cicatricial durante o processo de recuperação pós-cirúrgica de aumento peniano.

CIRURGIAS PARA AUMENTAR O PÊNIS
Agora, quem deseja ou precisa de uma solução definitiva deve consultar um médico urologista. Só ele pode lhe indicar qual procedimento cirúrgico é mais adequado à sua real necessidade e sua atual condição física e de saúde.

BIOPLASTIA

A bioplastia é um procedimento cirúrgico que aumenta o diâmetro do pênis em torno de 30%, sem risco de processos inflamatórios por não haver incisão.

O procedimento, que não dura mais que 30 minutos, consiste na aplicação de substâncias biocompatíveis na circunferência do órgão. As substâncias são aplicadas sem bisturi, através de uma punção na base do pênis, após a aplicação de anestesia local. Essas substâncias biológicas compatíveis não provocam nenhum tipo de rejeição ou efeitos colaterais.

Após a cirurgia o paciente usará um extensor durante 30 dias, para manter a modelagem adquirida com a Bioplastia. Ele não poderá manter relações sexuais, pelo mesmo espaço de tempo.

Pacientes com fimose precisam fazer a postectomia, amputação do prepúcio, para depois se submeterem a bioplastia.

FALOPLASTIA – CIRURGIA DO LIGAMENTO SUSPENSOR

O pênis é muito maior do que vemos, já que apenas 1/3 do órgão é visível. Os outros 2/3, entre 7 e 10 cm ficam resguardados internamente na região pubiana. Eles presos por um ligamento ao osso pubiano, localizado na região pélvica.

Essa cirurgia, feita com anestesia local, promove o aumento peniano ao externar parte da totalidade do órgão interiorizado na região pubiana. O pênis se sobressai ao seccionar o ligamento que o prende ao osso pubiano, através de uma pequena incisão feita acima da base do pênis.

O aumento proporcionado pela cirurgia é imediato e varia de acordo com a anatomia do paciente. Não existe acréscimo de tamanho padrão e nem pré-determinado antes do ato cirúrgico. Pode ser que o aumento chegue até 2 ou 3 cm ou pode mal fazer diferença. Não há como prever resultados.

Após realização da cirurgia o paciente fica em observação por 4 horas até receber alta médica para deixar o centro cirúrgico. A recuperação requer cuidados para não surgirem processos inflamatórios, e procedimentos e exercícios específicos para impedir o aparecimento da trombose pós-cirúrgica. Além disso o paciente precisa complementar o processo de aumento peniano com o uso do aparelho extensor.

PRÓTESE PENIANA

Leia também: Como aumentar o pênis naturalmente

O implante da prótese peniana não é um procedimento estético. Sua finalidade é promover melhor qualidade de vida aos pacientes com quadro de impotência sexual. É uma solução definitiva quando tratamentos convencionais não trouxerem resultados.

A prótese é composta por duas hastes metálicas semi-flexíveis revestida por silicone implantado em cada um dos corpos cavernosos.

O indivíduo portador de prótese peniana quando do ato sexual o portador deve levantar o pênis até a posição ideal para a penetração. Ao terminar o coito, o paciente deve retornar a prótese à posição de descanso.

Sete tratamentos para disfunção erétil que melhoram sua vida sexual

Sete tratamentos para disfunção erétil que melhoram sua vida sexual

Problema atinge quase metade da população masculina com idades entre 40 e 80 anos

Pouco se fala sobre a disfunção erétil, mas, recentemente, o assunto ganhou destaque graças à divulgação de um procedimento cirúrgico peniano pouco conhecido ao qual o jornalista esportivo Jorge Kajuru se submeteu. Nos mais jovens, a principal causa da impotência costuma ser a ansiedade, enquanto doenças crônicas como diabetes, colesterol descontrolado, hipertensão, obesidade, sedentarismo e tabagismo estão relacionados a episódios de impotência nos homens com mais idade. “A disfunção erétil atinge quase 50% dos brasileiros com idades entre 40 e 80 anos”, afirma o urologista Geraldo de Faria, diretor do Departamento de Sexualidade Humana da Sociedade Brasileira de Urologia (SBU).

Diante da alta incidência do problema, entretanto, a busca por ajuda médica ainda é bastante tímida. Constrangidos com a situação, homens esperam de três a cinco anos para agendar uma consulta com um especialista, de acordo com o urologista. Segundo ele, esperar é perder tempo. “A medicina avançou muito nesta área, sendo possível afirmar que, hoje em dia, só tem disfunção erétil quem quer”, afirma. A seguir, listamos sete tratamentos para a impotência.

Medicamentos orais

Medicamento de disfunção erétil – Foto Getty Images
Medicamentos orais são sempre a primeira opção de tratamento da disfunção erétil, desde que o paciente não apresente lesões nas artérias do pênis ou alguma contraindicação quanto às substâncias presentes nas fórmulas. “Eles melhoram o fluxo sanguíneo para o pênis, o que favorece a ereção”, afirma o urologista Conrado Alvarenga, do Grupo de Disfunção Sexual do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP. Eles devem ser ingeridos com estômago não muito cheio, por volta de uma a duas horas antes da relação sexual e variam quanto ao tempo de ação e potência máxima.

Medicamentos de ação prolongada, por exemplo, podem agir por até 36 horas. Isso não significa que o homem terá uma ereção de 36 horas, mas que durante esse período ele conseguirá ter ereções se for estimulado sexualmente. A obrigação de tomar o remédio antes de ter a relação, entretanto, incomoda alguns homens por atrapalhar a espontaneidade do momento. Nestes casos, o profissional pode receitar uma dosagem diária do medicamento, como se fosse um tratamento contínuo. Os principais efeitos colaterais são dor de cabeça, rubor, sensação de nariz entupido e taquicardia. Ao sinal desses ou de quaisquer outros sintomas, o médico deverá ser informado.

Injeção intra-cavernosa

Seringa – Foto Getty Images
Se os medicamentos via oral não surtirem efeito ou forem contraindicados, o especialista partirá para a segunda opção de tratamento: injeção intra-cavernosa. A vantagem do método é o fato de o medicamento agir cerca de quinze minutos depois da aplicação. Além disso, neste caso não é necessário qualquer estímulo para que o homem tenha a ereção. “A substância injetada estimula a circulação e promove a dilatação das artérias no local, o que aumenta o fluxo sanguíneo no pênis levando à ereção”, afirma o urologista Geraldo. O tempo de duração da ereção varia de acordo com a dose injetada, o que é estabelecido na consulta com o médico.

Embora eficaz, o tratamento nem sempre é bem aceito pelos pacientes. “Algumas pessoas têm pavor de agulha”, afirma o urologista Geraldo. “Imagine, então, se ela precisar ser introduzida no pênis”. O especialista ressalta ainda que indivíduos com dificuldade de visualizar o pênis ou doenças que gerem tremores nas mãos devem solicitar auxílio do parceiro para a aplicação. Os efeitos colaterais da injeção intra-cavernosa se restringem a alergias a alguma das substâncias presentes no medicamento.

Prótese peniana maleável

Médicos fazendo cirurgia – Foto Getty Images
Próteses penianas são intervenções cirúrgicas e, portanto, tratamentos mais complexos do que a ingestão de medicamentos ou injeções. Assim, eles ocupam o terceiro lugar na escala de opções para o paciente com disfunção erétil. O tipo maleável é o mais simples e mais em conta (cerca de três mil reais). “O médico introduz uma haste metálica envolvida em silicone no pênis do paciente, o que faz com que ele fique rijo o suficiente para a penetração 100% do tempo”, explica o urologista Geraldo. Na hora da relação, basta elevar o pênis.

A cirurgia de prótese peniana maleável dura cerca de uma hora e ele já pode sair do hospital 24 horas após a intervenção com um curativo compressor para evitar hematomas e para manter o pênis para baixo, facilitando a ida ao banheiro, por exemplo. Nos dias que se seguem, há um incômodo natural da cirurgia, mas nenhuma dor aguda.

A vida sexual, por sua vez, pode ser retomada 30 dias depois da alta. Vale reforçar que esta é uma ereção completamente artificial. Mas, segundo o urologista, costuma proporcionar maior satisfação ao paciente do que os medicamentos ou a injeção. O único cuidado do homem é na hora de “acomodar” o pênis. Já que ele está ereto o tempo inteiro, ele pode precisar de cuecas especiais para disfarçar o volume.

Prótese peniana inflável

Homem no consultório médico – Foto Getty Images
Diferente da prótese peniana maleável, a prótese inflável permite que o pênis volte ao estado de flacidez após o ato sexual. O método inclui a introdução de cilindros infláveis no pênis conectados a uma bombinha com líquido, que simularia o sangue, implantada na região escrotal, como se fosse um terceiro testículo. Para promover a ereção, basta acionar a bombinha que drenará esse líquido para o cilindro. Após a relação, o pênis deve ser levemente pressionado para baixo para que o líquido volte para a bombinha e ele fique novamente flácido.

A cirurgia dura cerca de duas horas e o paciente precisa ficar hospitalizado durante um dia, aproximadamente. Assim como na prótese maleável, atividade sexual pode ser retomada cerca de 30 dias depois do procedimento e nenhuma atividade do dia a dia é prejudicada. Dos dois tipos, este é o que consegue deixar o pênis mais ereto. As vantagens, entretanto, têm seu custo. Segundo o urologista Conrado, a prótese custa em torno de 40 mil reais.

Terapia

Homem fazendo terapia – Foto Getty Images
“Em muitos casos, a disfunção erétil têm como origem fatores psicológicos”, afirma o urologista Conrado. Para esses pacientes, nenhum dos tratamentos anteriores é indicado. O melhor é consultar um terapeuta com formação em sexologia que poderá ajudar a acabar com esse bloqueio. O problema pode começar num dia qualquer em que, por causa da ansiedade, o homem não conseguiu ter a ereção. Se não controlar o medo de sofrer impotência nas próximas oportunidades, a cobrança se torna cada vez maior, o que atrapalha ainda mais seu desempenho.

Segundo o urologista Geraldo, é comum que homens com disfunção erétil peçam indicação de um medicamento para um colega em vez de consultar um especialista. Isso pode não só mascarar o problema, como ainda trazer sérios problemas de saúde, caso ele não tenha o perfil adequado para aquele medicamento.

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Revascularização

Médicos fazendo cirurgia – Foto Getty Images
A revascularização é um procedimento indicado para um público com disfunção erétil bastante restrito. “Ela é feita quando o paciente tem problemas nas artérias que irrigam o pênis”, explica o urologista Geraldo. O caso, entretanto, deve ser muito bem avaliado. Fazer uma ponte de safena no coração, por exemplo, é fundamental já que o órgão funciona 24 horas por dia. O pênis, por sua vez, passa a maior parte do tempo inativo. Melhorar sua vascularização, portanto, pode levar à obstrução de veias, já que o fluxo sanguíneo diminui muito quando ele está flácido.

Bomba de vácuo

Homem olhando dentro da calça – Foto Getty Images
De acordo com o urologista Conrado, as bombas de vácuo ficaram esquecidas como parte do arsenal de tratamentos da disfunção erétil, mas vem novamente ganhando força entre pacientes operados por câncer de próstata, funcionando como auxiliares na reabilitação peniana. Hoje, elas são vendidas apenas em sex shops, já que aumentam o volume do pênis. Ele consiste em um cilindro dentro do qual o pênis é introduzido. “Por meio de um sistema de sucção, então, o ar é retirado do cilindro, diminuindo a pressão interna”, afirma. Essa pressão negativa favorece o fluxo de sangue para dentro do pênis, o que favorece a ereção.

A bomba de vácuo é usada no meio médico apenas em pacientes que precisaram remover a prótese peniana por infecções ou rejeição. Durante o período que eles precisarão esperar para fazer outra intervenção, a bomba pode ser útil impedindo que as cicatrizes deformem o órgão.

Problemas de ereção de fumar Cigarros!

Se você até agora tem associado o cigarro ao charme masculino, então comece a mudar de ideia.

Se você é um homem ou uma mulher, você tem a ver com isso: centenas de estudos científicos relatam irrefutavelmente que fumar reduz performances relacionadas ao sexo!

Você sabe que o tabagismo é responsável por doenças cardíacas (danos ao coração), doença arterial coronariana (problemas com as artérias coronárias), causando dano vascular nas artérias, mesmo aqueles que transportam o sangue para o pênis, e garantir o funcionamento correto e adequado da pressão arterial.

Se você estiver interessado em aprender sobre os frutos da minha pesquisa sobre esse tópico, continue lendo este artigo.

De acordo com os dados que reuni em minha pesquisa, a fumaça do cigarro diminui em 29,6% o fluxo arterial mesmo por 2 a 3 horas!

Além deste problema imediato (se você é uma mulher: ele se parece com o seu parceiro se comporta em relação ao tabagismo, se você é homem: vamos observar como ele reage quando você fuma) há também os efeitos que ocorrem depois de meses, até mesmo anos!

Danos sérios e muitas vezes não corrigíveis às artérias – mesmo as do pênis – não podem mais ser restaurados para o funcionamento ideal, em suma, devemos nos contentar com os benefícios que temos, infelizmente infelizmente não voltamos!

As tremendas conseqüências do tabagismo sobre a atividade sexual estão ligadas ao número de cigarros que fumam e no momento em que se fuma, além disso, a capacidade de fertilizar as mulheres está diretamente ligada ao consumo de cigarros; Parece que problemas como a curvatura do pênis na ereção é um problema comum e freqüente, especialmente naqueles fumantes ávidos!

Problemas de ereção de fumar Cigarros – pesquisa científica

Um problema generalizado como a impotência, segundo pesquisas científicas realizadas na Austrália e publicadas na revista TobaccoControl, os problemas de ereção são mais de 38% mais frequentes do que aqueles que não fumam, obviamente a incidência está relacionada ao consumo, como mencionado apenas agora.

A amostra de mais de 8.000 homens entre 16 e 59 anos foi realizada graças a um questionário anônimo (sabemos que, nesses casos, a pesquisa é muito difícil de ser realizada porque o tópico é quente e as respostas podem ser enganosas se não forem anônimas). ).

O resultado do questionário diz que 12,3% dos homens entrevistados tiveram problemas de ereção com duração de pelo menos 30 dias no ano anterior à pesquisa. Um bom 26% dos fumantes do sexo masculino eram fumantes e 21% da amostra entrevistada fumavam até 20 cigarros por dia.

Estatísticos descobriram que homens que estão acostumados a fumar cigarros de 5 a 20 cigarros por dia são 25% mais propensos do que aqueles que não fumam têm dificuldade em manter uma ereção.

Os grandes fumantes (muitas vezes aqueles que fumam mais de 20 cigarros por dia não declaram vergonha), ou seja, aqueles que fumam mais de 20 cigarros por dia, têm um risco de dificuldade de ereção de 42% maior do que os não-fumantes.

Problemas de ereção de fumar Cigarros – o que fazer?

Então, e se você for uma criança, aja e pense em parar de fumar o mais rápido possível!

Se você é uma menina e seu parceiro fuma, converse com ele e convença-o a parar porque, mais cedo ou mais tarde, os nós chegarão ao fim.

Se você fuma muito, mas se sente um Super-Herói e pensa que fumar não afeta seu desempenho, comece a achar que é muito cedo para ver, você provavelmente não fuma muito ou não fuma por muito tempo, destino e sorte, porque em alguns anos você poderia se encontrar como um velho de 80 anos e você poderia verificar que ele não sobe mais!

Não é nada menos que matemático que, se você for um fumante inveterado, seu sangue será poluído pela fumaça do alcatrão e pelos venenos que você inala.

Além disso, o fluxo de oxigênio será baixo e você está destinado a ter artérias que secam e não serão mais elásticas, mesmo aquelas artérias que levam sangue ao pênis fazem o mesmo fim.

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Impotência sexual masculina, aqui estão todas as causas

Impotência é o nome comum que é atribuído à condição que afeta a capacidade de um homem para atingir ou manter uma ereção ou ejacular . 


É naturalmente uma forma de disfunção erétil e as causas podem ser múltiplas, de derivação emocional e / ou física. 
Além disso, a impotência não tem efeito negativo apenas na vida sexual, mas, como é fácil de entender, pode ser um fator de estresse, depressão e baixa autoestima.

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Quão comum é a impotência na Itália?

Finalmente, na Itália, estima-se que cerca de 3 milhões de homens são afetados pela impotência, com uma prevalência geral de 13% (igual a 2% entre 18 e 34 anos e 48% acima de 70 anos). 

Os diferentes tipos de impotência

Existem três categorias diferentes de impotência:

  • Generandi : incapacidade de gerar filhos, causada pela completa ausência de espermatozoides (azoosperima) ou por sua anomalia;
  • Coeundi : impossibilidade física de ejacular, mas com capacidade erétil normal;
  • Erigendi : impossibilidade física do pênis para fazer uma ereção e, portanto, em comparação com os dois anteriores, neste caso, o ato sexual não pode ser realizado.

    As causas da impotência masculina

    Primeiro de tudo, a impotência pode ser a consequência de algumas doenças, como diabetes. Isso, na verdade, é uma doença que afeta a capacidade do corpo de usar insulina e um dos efeitos colaterais é o dano aos nervos, intimamente relacionado às sensações percebidas pelo pênis. 
    Então, há vários distúrbios neurológicos que podem determinar a impotência, como Alzheimer e Parkinson , mas também o tumor cerebral e a esclerose múltipla . Outras condições que determinam a impotência podem ser o derrame do lobo temporal e a epilepsia. Além disso, a impotência pode ser a causa da cirurgia de próstata ou até mesmo da paixão pelo ciclismo (por causa da pressão repetida nas nádegas e nos genitais, como para comprometer a função dos nervos). Esta forma de disfunção eréctil, além disso, pode ser gerado pela administração de determinados medicamentos que afetam o fluxo sanguíneo, incluindo a quimioterapia, os antidepressivos, os estimulantes do sistema nervoso central (anfetaminas, por exemplo), e diuréticos anti-histamínicos. 

    A impotência, então, também pode ser devido a problemas cardíacos , devido à dificuldade do coração em bombear bem o sangue ou à arteriosclerose (porque esta patologia tende a obstruir os vasos sangüíneos). Finalmente, até mesmo um distúrbio emocional pode causar problemas de ereção, como depressão ou ansiedade (não apenas pelo desempenho ); bem como abuso de drogas (como cocaína) ou álcool .

    Como você entende o tipo de disfunção? 

    Como já foi observado, existem muitas causas possíveis de disfunção erétil, muitas das quais são orgânicas, detectáveis ​​por exames médicos específicos:

    • Eletrometria noturna, para verificar ereções involuntárias durante o sono;
    • Dosagens hormonais, em particular de prolactina e testosterona que podem afetar a ereção;
    • Eco-doppler penina, arteriografia e caverno-scans, úteis para avaliar possíveis disfunções vasculares;
    • Potenciais evocados sacrais, para avaliar a integridade das vias nervosas envolvidas na ereção;
    • Teste de papaverina, ou seja, a injeção desta substância vasodilatadora do pênis, útil para avaliar o seu financiamento.

    No caso em que possa surgir causas orgânicas, é óbvio a necessidade de usar o urologista ou andrologista ; se o problema, no entanto, deve ser de natureza psicológica, então a psicoterapia é recomendada .

Impotência e falta de libido no tratamento de câncer de próstata

Impotência e falta de libido no tratamento de câncer de próstata

Na maioria dos casos recuperação é de um ano, beneficiada pelos avanços da medicina
Grau de impotência costuma ter relação com idade do paciente

Nos últimos anos tem sido cada vez mais difícil se referir ao tratamento do câncer de próstata sem apontar para os avanços. No Dia Mundial do Combate ao Câncer de Próstata, lembrado nessa terça-feira (17), especialistas ouvidos pelo R7 mostram que as sequelas do tratamento já não assustam tanto e, em geral, podem ser superadas. A principal delas é a impotência sexual. Segundo o coordenador do Departamento de Uro-Oncologia da SBU (Sociedade Brasileira de Urologia), Lucas Nogueira, tudo deve ficar bem claro para o paciente antes da cirurgia.

— A maioria dos pacientes recupera (a potência) a partir do sexto mês. E esperamos até um ano essa recuperação progressiva. Entre 30% e 40% dos pacientes ficam impotentes como resultado final. Mas tem tratamento, os convencionais, voltados à impotência.

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Os casos de impotência, em geral reversíveis, resultam do fato de que durante a cirurgia, principal forma de tratamento, alguns nervos são afetados, alterando a sensibilidade na região por um período médio de um ano. O grau de impotência, nesse caso, tem a ver com a idade do paciente, conforme disse o urologia da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), Alex Meller.

— Na faixa etária entre 50 e 60 anos pode haver uma perda de potência entre 30% e 40%. Entre 60 e 70 anos aumenta para em torno de 50% e, nos pacientes acima dos 70 anos, pode-se dizer que em torno de 70% vão perder a potência.

Mas perder a potência não quer dizer que o paciente ficará, necessariamente, impotente para sempre. Aqueles que não conseguiram superar no prazo de um ano poderão passar por novos tratamentos, similares aos da impotência convencional, com medicamentos, injeções ou próteses, dependendo de cada caso. O importante, no entanto, é manter o ânimo em alta com as conquistas já obtidas, de acordo com Nogueira.

— Tenho um paciente que, com bom humor, me disse: “doutor, se eu ficar impotente tá bom demais, quer dizer que eu não morri da doença”. O que ele (paciente) tem pensar inicialmente é o seguinte: ele tem um câncer e hoje operamos basicamente pacientes com câncer agressivo (cerca de 10%). Então, se ele não for operado, vai morrer por causa da doença. O primeiro resultado que procuramos no tratamento é oncológico, que é a cura do câncer. Depois buscamos a recuperação, principalmente da incontência urinária e da impotência.

Nogueira é otimista quando fala na evolução da medicina em relação à cirurgia da próstata. Quando realizada após um diagnóstico precoce, a chance de cura é de 96%. Ele garante que as sequelas são muito menores hoje do que no passado.

— Tanto a impotência quanto a incontinência (que atinge apenas cerca de 3% dos casos) têm diminuido muito por causa da melhora da técnica cirurgica. Há um conhecimento maior da anatomia, a cirurgia ficou mais limpa, antigamente havia muito sangramento e hoje não se sangra tanto.

Além disso, Nogueira destaca que a identificação por imagens, cada vez mais precisa, facilita a preservação de nervos na região.

— Hoje se opera com lupa, com laparoscopia, consegue se enxergar melhor e o treinamento médico, principalmente, evoluiu. A taxa de transfusão de sangue para uma cirurgia de próstata é mínima. Há 15, 20 anos, transfusão era praticamente rotina. E o grau de impotência era maior, já que não se conseguia identificar tão bem os nervos.

Meller destaca que a incontinência e a impotência são problemas decorrentes principalmente da cirurgia. Nos casos de outros tratamentos, como radioterapia, o risco de impotência existe, mas em menor grau.

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Infertilidade não é impotência

Em relação à infertilidade, que necessariamente ocorrerá após a cirurgia, os especialistas deixam em aberta a possibilidade de o paciente depositar uma amostra do sêmen em um banco de esperma. Em geral, por se tratar de uma doença que afeta indivíduos com mais de 40 anos, ter filhos, no entanto, já não é a prioridade para eles.

Quase metade dos homens com câncer avançado de próstata desconhecem ter a doença

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Infertilidade, porém, não significa impotência, conforme Meller faz questão de ressaltar. Ele afirma que questões psicológicas serão importantes para a recuperação da potência após a cirurgia da próstata. Segundo o médico, o fato de o homem enfrentar um câncer, independetemente de ser de próstata ou não, já pode afetar a libido dele, por causa da preocupação. No caso da próstata, porém, ele faz outra ressalva.

— Quando o homem retira a próstata, continua a ter os sintomas da ejaculação, o prazer. Ele está potente, mas não sai esperma, não tem líquido, mas tem ereção e orgasmo. Ele percebe o sexo de maneira diferente. Por isso que digo que o aspecto psicológico é importante para ele recuperar a potência.

Exame de toque dói? Médico esclarece dúvidas sobre o câncer de próstata

Radio e quimioterapia podem ser causas de infecções como a cistite actínica, devido à radiação na bexiga e no reto, e de sangramento pela urina. As fezes também podem aparecer com sangue, e eventuais dores ao evacuar podem surgir, assim como a estenose (diminuição do diâmetro) do reto, exigindo um laxante. No entanto, segundo, Nogueira, estes tipos de sequelas em geral ocorrem depois que o pior já passou. No caso, o próprio câncer.

— A cistite actínica também tem tratamento, vai causar urgência para urinar, o paciente poderá ter que tomar medicamento para segurar a bexiga, mas também se trata de uma sequela facilmente manejável.

Martinho da Vila revela detalhes de luta contra câncer de próstata: “Assustar-se não adianta nada”

Atualmente, aqueles com histórico familiar, e indivíduos negros, devem fazer o diagnóstico da próstata entre 45 e 50 anos, conforme orientação da SBU. Já para os que não estão no grupo de risco, a indicação é de que os exames (PSA e toque retal) sejam feitos entre 50 e 55 anos, periodicamente. Por ser um tumor de evolução lenta, a recuperação também é longa, levando cerca de 15 anos até um diagnóstico de cura.